[AF] agora em São Paulo
Andamento do Projeto para Saracuruna
Ontem estive na prefeitura de Duque de Caxias para conversar com a secretaria de habitação sobre o nosso projeto de construção de casas em Saracuruna, o que considerei um bom começo para esse trabalho. Expliquei que estamos procurando terreno na região para darmos início as obras e gostaria de contar com a ajuda da prefeitura, e que não estamos relacionados a nenhum projeto do governo federal. Creio que nosso projeto também seja do interesse deles. Continue orando por esse trabalho, não vamos descansar até que tudo esteja resolvido.
Daniel B. Franco
[AF] – Ação Fraternal
Construção Aprovada
Com apoio de donos de uma construtora de São Paulo, o ministério Ação Fraternal poderá iniciar um projeto de construção de casas em Saracuruna, visando atender a família da Rosângela e outros irmãos que se encontram na mesma situação. Pedimos para que continuem orando, pois durante os próximos dias estaremos trabalhando para localizar um terreno na região de acordo com o que pretendemos fazer. Continue acessando o blog e ajudando com doações! Logo estaremos fornecendo mais detalhes dessa parceria!
Relatório da Missão em Saracuruna
Acabo de chegar de Saracurana com mais dois irmãos após passar parte dessa tarde procurando uma casa, que atendesse a família da Rosângela, juntamente com seu marido e seus filhos. Depois de algumas horas de busca cremos que Deus nos conduziu até a casa de uma irmã em Cristo, chamada Cláudia, que está interessada em vender a sua casa por um valor que nos chamou a atenção, pois a casa se encontra em boa condição. Creio que até agora essa seria a melhor oportunidade para atender as necessidades dessa família. Meu pedido é para que você continue orando, e não somente orando, mas agindo. É nessa hora que a sua doação vai fazer toda diferença.
Daniel B. Franco
[AF] – Ação Fraternal
Campanha: Virá + AF
Gente com Rosa na Lapela [parte 2]
Se quiser conhecer a verdadeira natureza do coração humano, observe sua reação diante de uma figura sem atrativos.
No último sermão registrado por Mateus (Mateus 25:35-36), Jesus faz exatamente isso. E não faz isso por meio de uma parábola, mas por meio de uma descrição. Em seu ultimo sermão, Jesus coloca em palavras a verdadeira mensagem que Ele colocou em ação: “Amar os excluídos.”
Qual é a insígnia dos salvos? Sua escolaridade? Sua disposição para visitar países longínquos? Sua capacidade para atrair uma multidão e pregar? Sua habilidade para escrever livros com mensagens de esperança? Seus grandes milagres? Não. A insígnia dos salvos é seu amor para com os excluídos.
A direita do pai estarão aqueles que deram de comer aos famintos, deram de beber aos sedentos, deram calor humano aos abandonados, vestiram os nus, confortaram os enfermos e visitaram os presos.
Você reparou como é simples o que Ele nos pede? Jesus não diz: “Eu estava enfermo e me curastes”, Ele não diz: “Tive sede e me deste assistência espiritual.”
Apenas pessoas bondosas praticando atos de bondade. Porque quando praticamos atos de bondade a outras pessoas, praticamos atos de bondade a Deus.

Jesus habita nos esquecidos. Fez morada nos ignorados. Vive no meio dos enfermos. Se quisermos ver a Deus, devemos ir ate onde estão os humilhados e os abatidos. E’ la que o veremos. “Em verdade vos afirmo que sempre que o fizestes a um destes pequeninos irmãos, a mim o fizestes,” (Mateus 25:40)
A mensagem de Jesus é arrebatadora: “A maneira como você os trata é a maneira como também me trata.”
Você poderá dizer que se trata de um teste. Um teste para medir a profundidade do nosso caráter. Os rejeitados do mundo usando rosas. Assim como John Blanchard, temos às vezes de adaptar nossas expectativas. Temos às vezes de reexaminar os nossos motivos.
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Se ele tivesse virado as costas a uma figura sem atrativos, teria perdido o amor de sua vida.
Se nós virarmos as costas, poderemos perder muito mais.
O texto original é de autoria de Max Lucado.
Você esta pronto?
Senhor significa, dono, amo, autoridade suprema, etc. Quando Jesus é Senhor de nossas vidas significa que Ele é dono de tudo, do nosso corpo, do nosso tempo, dos nossos bens, Ele é dono de tudo! Jesus quer viver através da sua vida para expandir o Reino de Deus sobre a terra. Você esta pronto?
Gente com Rosa na Lapela [parte 1]
John Blanchard levantou-se do banco, ajeitou o uniforme do Exército e observou a multidão que tentava abrir caminho na Estação Ferroviária Central de Nova York. Procurou avistar a moça cujo coração ele conhecia, mas não o rosto — a moça com a rosa.
Seu interesse por ela começara 13 anos antes, em uma biblioteca da Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão na margem. A letra delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página do livro, ele descobriu o nome da proprietária anterior: Srta. Hollis Maynell.
Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o endereço dela. Morava em Nova York. Escreveu-lhe uma carta apresentando-se e propondo uma troca de correspondência. No dia seguinte, ele foi convocado para servir em uma base do outro lado do oceano. Era a Segunda Guerra Mundial. Durante os 13 meses seguintes, os dois passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo em um coração fértil. Florescia um romance. Blanchard pediu uma fotografia, mas ela recusou-se a enviá-la.
Achava que, se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade de fotografia.
Quando ele retornou da Europa, marcaram o primeiro encontro às 19 horas na Estação Ferroviária Central de Nova York.
“Você me reconhecerá”, ela escreveu, “pela rosa que estarei usando na lapela.”
Assim, às 19 horas, Blanchard estava na estação à espera da moça cujo coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira. Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu.

Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros encaracolados caíam pelos ombros, deixando à mostra delicadas orelhas; os olhos eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave; trajando um costume verde-claro, parecia a própria chegada da primavera. Comecei a caminhar em sua direção sem notar que não havia rosa em sua lapela. Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou-lhe nos lábios.
— Gostaria de me acompanhar, marujo? — ela murmurou. De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção, e foi então que avistei Hollis Maynell.
Ela estava em pé atrás da jovem. Aparentava bem mais de 40 anos, e seus cabelos, presos sob um chapéu surrado, deixavam entrever alguns fios brancos. Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo. A moça de costume verde-claro distanciava-se rapidamente. Senti-me dividido, desejando ardentemente segui-la, mas, ao mesmo tempo, profundamente interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me sustentara.
E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e sensibilidade; os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei. Peguei o pequeno livro azul, de capa de couro, para me identificar. Não seria um caso de amor, mas poderia ser algo precioso, algo talvez melhor que amor, uma amizade pela qual eu era e seria eternamente grato.
Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher, apesar de sentir-me sufocado pela amargura de meu desapontamento enquanto lhe dirigia a palavra.
— Sou o tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou satisfeito por você ter vindo encontrar-me. Aceita um convite para jantar?
No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso.
— Não sei do que se trata, filho — ela respondeu —, mas a jovem de costume verde, que acabou de passar por aqui, pediu-me que usasse esta rosa na lapela. Instruiu-me também que, se você me convidasse para jantar, eu deveria dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me contou que se tratava de uma espécie de teste!
Não é difícil compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell…

AF: Rosângela
MISSÃO: Chuvas em Campo dos Elísios
Como reflexo das alterações climáticas várias partes do país têm sido atingidas por temporais torrenciais, onde dezenas de famílias perderam suas casas tendo que depender da ajuda de terceiros, para o mínimo de sobrevivência. Em Campos Elísios, 2º distrito do município de Duque de Caxias não foi diferente, a chuva contínua inundou parte da cidade desabrigando várias famílias. O bairro viveu dias de horror diante do avanço das águas que expulsaram parte da população de suas casas.
Diante desse quadro alarmante, a liderança da Aliança Missionária de Discípulos entrou em contato com alguns discípulos que vivem naquela cidade em busca de informações, a respeito da situação dos vinculados.
Sabendo que alguns irmãos que moram em Campos Elísios – distrito de Duque de Caxias – precisavam de socorro, rapidamente a liderança se deslocou para o local a fim de checar a situação. “Inicialmente fomos apenas atender a dois grupos caseiros naquela localidade, mas quando vimos os nossos irmãos, vinculados a denominações, em estado de miséria mudamos o nosso foco”, declarou Sérgio Franco pastor da AMD.
Dois missionários que vivem em Saracuruna – que fazem parte do mesmo distrito de Campos Elísios – José Carlos e Josélia foram enviados para o local para prestar socorro àqueles irmãos. Trabalharam desde o cadastramento inicial das famílias até a entrega de alimentos, com isso travaram relacionamento com os irmãos da AD (Assembléia de Deus), onde há um pastor de nome Genésio que abriu as portas para servimos àquela parte do Corpo de Cristo, mais necessitada.
A partir dessa experiência, com a tragédia de Campos Elísios, foi percebida a necessidade de um envolvimento maior da igreja de Cristo, com as dificuldades de irmãos que vivem em situações de miséria. Nasce um ministério na AMD para atender irmãos em estado de calamidade: Ação Fraternal (AF).
Nesse momento esse ministério estará engajado na ajuda de uma família, trata-se de uma mulher com dez filhos, que mora na parte que foi mais afetada pela enchente.
Necessitamos de doações dos seguintes itens; Roupas; Fraldas; Alimentos; Material de higiene; Roupa de cama.





